Libertando-me do que não me pertence e voltando-se para onde jamais deveria ter abandonado.

Firme eu sigo em frente, e sem distrações eu olho para o novo caminho que meus antigos olhos já não enxergava – eu vibro; eu sorrio e sonho como nunca!

Sou livre para quando a tristeza morrer eu me lembre de que vivi e existi!

Quando a saudade matar, que eu morra, mas que eu morra de amor e por amor!

Andreia Silva

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