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Como dar nome ao amor? Como dar nome a esse sentimento inominado? Palavrinha de quatro letras confusas e sem definição convincente que tantas pessoas querem sentir e tentam, incontrolavelmente, encontrar. Como explicar algo que só quem sente sabe o que é, e , mesmo assim, não tem definição em palavras? Que fala mesmo sem palavras e que toca, mesmo sem dedos? Que comove sem nenhuma definição ou explicação?

Hoje, eu vou tentar explicar o que é o amor baseado no que aprendi ao longo do tempo. Este sentimento não é nada fácil. Sentimento frágil, porém sentimento justo, consciente, paciente, expresso em bondade, verdadeiro, concreto, redentor, acalentador, eterno, incondicional, fraternal, único…

Amor! Lindo sentimento que nasce em um contexto da incondicionalidade. Começa pelo processo de escolha, segue pela admiração, caminha pela frustração e perdura pelo entendimento.

Amar é querer o bem um do outro, não importa aonde, como e quando.
No campo do amor não há julgamentos, não há credo, não há raça, não há cor, não há cobranças, não há hipocrisia, não há máscaras, não há mentira e não interessa a estatura e nem o quanto se tem em moeda.

O amor está sentado na bancada do respeito, da verdade e da liberdade de querer estar junto, desejando o bem um do outro incondicionalmente.

Vejo o amor como um sentimento incondicional e creio que essa é a melhor definição de amor – a incondicionalidade.

Chego a conclusão, portanto, que o amor é um complexo teorema que designa a mais nobre das emoções humanas.

A todos, eu desejo que tenham ou encontrem o melhor amor.

Andréia Cardoso

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