O patriarcalismo torna os homens públicos e as mulheres privadas.
Ao homem tudo é permitido.
Para a mulher quase tudo é proibido.

Representando como foi proposto por DaMatta: “O cru e o cozido”.
A mulher é o cru – O que é velado – Sagrado e interpelado.
O homem representa o cozido – Tudo que está pronto e apto a ser utilizado.

A mulher tem que se recolher a sua inferioridade, pois só se presta ao papel de ser usada.
O homem já está pronto, já está elaborado.
Será aceito e consumado.
A mulher é vista como objeto, pronto a ser consumido e censurando.

É o objeto, muitas vezes inerte, pois pode ser preparada.
Não tem direito de escolha. Na sua privação se submete aos poderes do homem, e este a impede de se preparar para a vida.
Extraem-lhe a essência, os gostos, e o que fica como resto?

A desesperança e o medo.

Andréia Cardoso

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